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UFADEC - 52º Congresso da União Feminina

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O tema do congresso da UFADEC incentivou a igreja à santidade

O 52ᵒ Congresso da União Feminina da ADCOL – UFADEC, aconteceu nos dias 13 a 16 de novembro sob o tema: E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o Dia da redenção (Efésios 4.30).

Os preletores, pastor Samuel da Silva, presidente do campo do Colubandê, Débora Santos e Jaqueline Coutinho foram tremendamente usados pelo Senhor. Na manhã de domingo, 16, último dia da festividade, a irmã Sara Alice Cavalcante ministrou para a igreja.

A noite do encerramento começou às 18 horas com o templo repleto de pessoas vindas de igrejas circunvizinhas e coirmãs. Durante o culto, um jogral intitulado Mulheres vitoriosas, realizado pelas irmãs, alegrou a igreja.

O louvor ficou a cargo de Lene Figueiredo, Quarteto Arautos do Senhor, Jaqueline Coutinho, Jislane Farias e Miriam Gomes e Gisela Cruz.

Última atualização ( Qui, 18 de Fevereiro de 2016 09:28 )  

Últimas Notícias

O missionário australiano John Short, 75 anos, foi libertado pelas autoridades norte-coreanas na última segunda-feira, 03 de março, após o religioso ter assinado um documento de confissão e pedido de desculpas por evangelizar no país.

Short desembarcou em Pyongyang no mês passado, e foi preso no dia 16 de fevereiro, dia do aniversário do ditador Kim Jong Il, após distribuir panfletos evangelísticos.

Para ser solto, o missionário assinou um documento no qual se retratava por sua atividade missionária: “Eu peço sinceras desculpas pela minha iniciativa de espalhar meus folhetos bíblicos em 16 de fevereiro o aniversário de sua Excelência Kim Jong Il”, dizia o documento de confissão, divulgado pela mídia estatal da Coreia do Norte.

Em outro trecho do documento, o missionário diz que a impressão que se tem do país é errada: “Eu percebo que a mídia dos EUA e os países ocidentais que dizem que a Coreia do Norte é o país fechado e não tem liberdade religiosa é impreciso e errado”, escreveu Short. A emissora KCNA divulgou uma foto do missionário e as páginas da carta escritas à mão, marcadas com suas digitais em tinta vermelha.

As autoridades norte-coreanas disseram que aceitaram deportar o missionário após o pedido de desculpas por conta de sua idade avançada. Ao desembarcar em Pequim, China (foto), o missionário optou por não dar declarações a respeito do episódio, e seguiu para a embaixada australiana na cidade.